Orbit Finance
Saiba se vai sobrar antes de faltar.
Galeria · [PLACEHOLDER — substituir pelas imagens reais]
[PLACEHOLDER — fluxo de caixa com linha do tempo e eventos futuros]
[PLACEHOLDER — visão de cartão com parcelas por item e mês de competência]
[PLACEHOLDER — lista de recorrências com próximas ocorrências]
[PLACEHOLDER — visão geral com Liquidity Line e alertas de saldo]
A pergunta fundamental
As pessoas não se complicam porque gastam demais. Elas se complicam porque não enxergam o tempo.
O banco mostra o saldo de hoje. Mas não mostra que a fatura já está comprometida, que o salário ainda não caiu, que o reembolso de viagem entra apenas no mês que vem. Existe dinheiro agora — mas também existem compromissos que ainda não chegaram.
A grande pergunta que deu origem ao Orbit foi simples e poderosa: vou ter dinheiro suficiente no dia certo, na conta certa, para pagar tudo que já está comprometido? É uma pergunta sobre o futuro, não sobre o passado. E quase nenhum aplicativo financeiro tentava respondê-la.
O nome e a tese
Todos os elementos orbitam ao redor de um único centro
O nome não é acidental. Contas, cartões, parcelas, recorrências, reembolsos, financiamentos, metas — tudo isso existe em paralelo, mas nos sistemas tradicionais fica solto, sem ponto de referência. No Orbit, cada elemento orbita ao redor de um único centro: o fluxo de caixa futuro.
Orçamentos por categoria e relatórios de gastos são úteis. Mas não são o núcleo. O núcleo é a capacidade de enxergar a posição financeira ao longo do tempo — a Liquidity Line, o menor saldo projetado dos próximos meses — antes que o problema aconteça. Não depois.
A arquitetura
Um sistema baseado em transações olha para trás. Um sistema baseado em eventos olha para frente.
Uma transação tradicional representa algo que aconteceu. Um Financial Event representa algo que aconteceu, vai acontecer, é recorrente, é parcelado, depende de fatura ou integra uma meta. Cada evento tem data, valor, conta e impacto direto no caixa — e a regra é rígida: lançou, projetou, refletiu no caixa.
O fluxo de caixa é a tela-mãe do sistema. A visão de cartão não é só a fatura total: é o comprometimento item a item, mês a mês — cada parcela na competência certa, cada recorrência no dia exato. É a visão matricial que antes só existia em planilha separada.
A visão
Sem dados corretos, IA vira opinião. Com dados corretos, IA vira inteligência financeira.
O Orbit não foi criado para mostrar onde o dinheiro foi gasto. Foi criado para mostrar para onde o dinheiro está indo — e dar ao usuário tempo, clareza e inteligência para decidir melhor. O planejamento vem antes do problema, não depois.
No horizonte: IA que lê os eventos reais do usuário e responde perguntas concretas — qual será meu menor saldo nos próximos 60 dias? Posso parcelar isso agora? Qual fatura mais pressiona meu caixa? Essa inteligência só existe se a estrutura de dados for confiável. Por isso, a arquitetura vem primeiro.